Santiago do Cacém é, desde sempre, caracterizado pela importância do seu montado e sobreiral, sendo considerado uns dos mais valiosos do país.
A árvore mais emblemática do Alentejo espera pela sua visita.
Os sobreiros, para além da cortiça, suportam outras atividades económicas ligadas ao montado e sobreiral, como a apicultura, o turismo de natureza, o turismo em espaço rural, o agroturismo, o ecoturismo, a recolha de cogumelos comestíveis ou medicinais e para cosmética, a criação de raças locais de animais, como o porco preto ou bovinos de raça alentejana, a cinegética e o artesanato.
São transversalmente importantes para a composição da paisagem, para um ecossistema extraordinário de biodiversidade e para a economia local.
Para além do sobreiro, a azinheira, o eucalipto e o pinheiro são também parte importante da mancha florestal. Como vegetação espontânea, a cobrir as encostas das serras, existem várias espécies de arbustos a que chamamos mato, predominando as estevas, urzes, os sargaços, as carvalhiças e os carrasqueiros.
O montado de sobro e azinho, uma das principais riquezas florestais da região, deverá ser olhado, para além da sua importância biofísica, faunística, florística e socioeconómica, também como relevância pela tradição, turismo e capacidade de atração.
Santiago do Cacém é um defensor da cultura do sobreiro e do montado, seja na promoção do seu cultivo seja na criação de condições para o estudo, defesa, classificação e promoção das atividades a eles associadas.
Fonte: Município de Santiago do Cacém
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